Policia prende agiotas colombianos e cumpre 26 mandados no Piauí
A secretaria de segurança pública do Piauí, SSP-PI deflagra segunda fase da Operação Macondo contra esquema de agiotagem no Piauí
A nota assinada pela diretoria do sindicados dos delegados da policia civil do Piauí, combate a falta de estrutura nas delegacias da capital e e do interior, e as condições mínimas de trabalho para delegados e policiais civis de modo em geral.

O texto assiando pela categoria dos delegados fala da falta de reconhecimento do governo do estado para com os professionais de segurança que trabalham diuturnamente, na defesa da sociedade. O delegado de policia Menandro Pedro ilustrou o seu protesto com um vídeo mostrando para o governo os caminhos percorridos para se combater as drogas pelas policias civil e militar estando à frente da batalha um delegado que encara de frente o desafio de se combater o tráfico.
VEJA NA ÍNTEGRA A NOTA ASSINADA PELO SINDEPOL:
"O Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Estado do Piauí vem manifestar indignação diante da falta de reconhecimento do Governo Wellington Dias com o serviço prestado pela Polícia Civil, em especial pelos Delegados.
Toda a classe trabalha incansavelmente, 24 horas por dia e em operações em todo o Estado, mesmo em condições precárias e adversas; no entanto, nós Delegados, desde o início da gestão, estamos sofrendo com recorrentes atos que DESMOTIVAM nosso mister profissional e contribuem, assim, até mesmo com a saída prematura de muitos concursados.
Prometeram melhorar as unidades policiais, o efetivo, dar estrutura condizente, encaminhar legislações, dentre elas, a de cumulação e a de reajuste salarial, efetuar pagamento regular de diárias e das demais verbas indenizatórias, dentre outras medidas necessárias e urgentes, mas nada fora cumprido em quatro anos de governo.
Capital e interior seguem sem condições mínimas de investigação. Delegacias insalubres, carência de efetivo, linhas telefônicas e internet cortadas, carência de viaturas, suprimentos insatisfatórios, corte de combustível, sendo que, neste mês, em total desapreço ao profissional que arrisca sua vida em tais condições desumanas, apropriaram-se indevidamente do pagamento de horas extras e noturnas já trabalhadas, fato recorrente nos últimos meses.
Todavia, nada parece sensibilizar o governo, que está prejudicando não somente o trabalho da Polícia Judiciária, mas, principalmente, a população, que ficará desassistida. E, em respeito a esta, comunicamos, através da presente nota, previamente, apesar de não termos sido dessa forma cientificados, que, a partir do mês de fevereiro, passaremos a cumprir uma escala de serviço de acordo com o número de horas pagas pelo Estado, o que acarretará, infelizmente, em não atendimento em alguns dias do mês, principalmente, finais de semana.
A crise generalizada reflete em números alarmantes de criminalidade, na contramão de propagandas em que se prega que vivemos no “paraíso”, tudo desmistificado na realidade das ruas com o crescente aumento da criminalidade.
Finalmente, lamentamos que o governo não pense no povo quando desconsidera a importância da Polícia Civil e de seus Delegados, comprometendo assim todo o sistema da Segurança Pública e resvalando na população, que continua pagando honestamente seus impostos e não merece esse tratamento por parte do Estado e, sim, um serviço público de qualidade"'.
Teresina, 29 de janeiro de 2018.
A DIRETORIA
Fonte: REDAÇÃO

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