Procurador diz em artigo que falta visão crítica da justiça brasileira

O procurador de justiça do MP/PI, Costa Assunção fez duras críticas aos tribunais superiores: É que ninguém pode trocar de sexo como quem troca de calcinha.

O procurador de justiça do Minsitério Público do estado do Piauí, José Ribamar Costa Assunção, se indignou com a decisão dos dois tribunais superiores do Brasil,  STJ e STF que deciram  permitir que transexuais e transgêneros possam alterar seu nome no registro civil sem a necessidade de realização de cirurgia de mudança de sexo.

Para o procurador de justiça, o STF avalizou a mudança do sexo sem cirurgia na identificação do indivíduo, num sinal claro, que as cortes superiores misturaram alhos com bugalhos: "Dizer que alguém é do sexo masculino ou feminino, se ele ou ela pretende ser visto como de outro sexo, não fere a dignidade ou honra de ninguém", ressaltou o procurador.
 

Costa Assunção segue: "Misturaram alhos com bugalhos: dizer que alguém é do sexo masculino ou feminino, se ele ou ela pretende ser visto(a) como de outro sexo, não fere a dignidade ou honra de ninguém e tampouco constitui desrespeito, pois afirmar que alguém pertence ao sexo masculino ou feminino é sinal de uma constatação biológica, presente no ser fisicamente formado", disse

Foto: Pauta Judicial/Telsirio AlencarProcurador de justiça Costa Assunção
Procurador de justiça Costa Assunção


 "A  FALTA  DE  VISÃO CRÍTICA  DA  JUSTIÇA


No caso apreciado pelos nossos dois maiores tribunais, o STJ e o STF não tiveram o cuidado de analisar criteriosamente a questão e pretenderam unicamente favorecer o segmento LGBT em detrimento de uma visão puramente científica e social do problema. É que ninguém pode trocar de sexo como quem troca de calcinha.

Se adotarmos esse incoerente critério de mudança, estaremos transferindo unicamente para a consciência individual, presente em cada pessoa, o poder de decidir pela coletividade!

Bastará então que alguém suponha que, sendo do sexo masculino, poderá exigir, entretanto, que todos o vejam como do sexo feminino!  

0ra, isso é a negação de toda e qualquer constatação científica. E quem tentar dizer que a pessoa pertence ao sexo biológico estará ferindo a honra e dignidade do indigitado irresignado com a sua formação biológica!

Assim, iremos abolir a consciência coletiva para valorizar somente o que cada indivíduo pensa de si. E ninguém mais poderá ser julgado pelos seus atos, bastando que diga ser isso ou aquilo, e todos devem aceitá-lo tal como ele(a) diz que é!

Será a potencialização do eu imaginário decidindo graves situações presentes na vida em sociedade. 

Nesse estado de coisas, iremos abolir a capacidade de alguém poder se opor a alguma coisa ou situação social, vedando o pleno e salutar exercício da crítica social!

Cada indivíduo será o alter ego da sociedade!

O Brasil sempre viveu de sofismas, por isso o país frequenta 
posicões degradantes nas escalas que compõem o IDH".

Fonte: Por Costa Assunção procurador de justiça

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Encerrada em 30/11/2017 17:07

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