SSP/PI cumpre 22 mandados em Operação Cerco de Marataoan em Barras
A operação foi coordenada pela Delegacia Seccional de Barras e pela Diretoria de Polícia do Interior, com apoio do Departamento de Repressão às Ações Criminosas (DRACO).
Na abertura dos trabalhos no plenário do Senado Federal, nesta quarta-feira (6), um assunto dominava tanto os pronunciamentos quanto as conversas entre os parlamentares: a revisão das delações premiadas de três executivos da JBS, incluindo o sócio Joesley Batista.


O senador Jorge Viana (PT-AC) conclamou o Supremo Tribunal Federal a agir “contra o abuso de autoridade e as ilegalidades cometidas, pondo na cadeia aqueles que estão afrontando o cidadão brasileiro”.
"Era um dia de parar tudo e o Supremo ver o que fazer. Se a decisão for anular acordos, que anulem. Se for prender pessoas, que prendam. Essas trapalhadas todas, com desdém contra o brasileiro, não vai acontecer nada? Aqui nesta Casa lamentavelmente a gente não se entende para fazer leis mais duras contra abuso de autoridade, leis mais firmes que deem respaldo para toda autoridade que combater a corrupção. Esse é o equilíbrio necessário", disse.
Já o senador Lasier Martins (PSD-RS) disse "estranhar" a demora do STF em tomar atitudes relativas aos recentes desdobramentos das investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público (MPF) sobre o grupo empresarial. O senador defendeu abertamente a prisão dos irmãos Wesley e Joesley Batista, donos da empresa, e a anulação do acordo feito por eles com o MPF.
"É um apelo que faço ao STF, se mexam, tomem uma atitude, no máximo, até o final do feriadão. Causa surpresa e preocupação o silêncio da Suprema Corte, a demora em tomar uma atitude. O país está nas mãos do Ministério Público, da Polícia Federal e do Judiciário. Entendo que a presidente Cármen Lúcia esteja atordoada, até sem dormir, mas ela precisa reunir seus pares e traçar uma linha de trabalho", defendeu o senador.
Lasier ainda deixou clara sua posição de que a eventual anulação do acordo dos irmãos Batista com o MPF não deverá significar a desconsideração das provas apresentadas por eles, pois tal fato apenas provocaria "ainda mais impunidade".
Fonte: Noticias ao Minuto

A operação foi coordenada pela Delegacia Seccional de Barras e pela Diretoria de Polícia do Interior, com apoio do Departamento de Repressão às Ações Criminosas (DRACO).

Na ocasião, também foram apresentadas as iniciativas na área da saúde, além de oficinas de trabalho oferecidas aos detentos, que geram oportunidades de aprendizado, qualificação e ressocialização.

A mulher foi conduzida à unidade policial para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.