Do meu celular de volta ao B.O Fácil: Estratégia do Piauí para o país
Com inteligência artificial, videomonitoramento e operações integradas, estado alcançou menor índice de homicídios em 14 anos.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) discutirá nesta terça-feira (13) a possibilidade da compra de vacinas contra a Covid-19 para a advocacia. De acordo com a conselheira federal Daniela Teixeira, autora da proposta, a compra não será imediata.

Segundo a conselheira, a proposta é para autorização “para que sejam estudadas e orçadas todas as possibilidades, dentro do novo marco normativo, a lei 14.125/21, que prevê a possibilidade de compra por entes privados para distribuição gratuita, com a doação de 50% das doses ao SUS e para entrega das doses apenas quando finalizada a imunização de todos os grupos prioritários do plano nacional de vacinação, estimado em 72 milhões de pessoas".
Para a conselheira, desta forma, a OAB não irá incorrer no erro do presidente Jair Bolsonaro, “que assistiu ao desenrolar da pandemia sem tomar providências e agora não há vacina, a curto prazo, para a sociedade”.
Fonte: bahianoticias

Com inteligência artificial, videomonitoramento e operações integradas, estado alcançou menor índice de homicídios em 14 anos.

"O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas".

A iniciativa reforça o compromisso da OAB Piauí e da ESA Piauí com a qualificação permanente da advocacia.