Presidente da Ordem destaca a cooperação inédito entre OAB/PI e SSPPI
A megaoperação desta quarta-feira é considerada uma das maiores já realizadas no estado com foco específico no combate ao exercício ilegal da advocacia.
A defesa do assassino confesso e réu condenado pela 1ª vara do tribunal do júri popular de Teresina, pediu ao tribunal de justiça do Piauí, a revisão da decisão que condenou Igor Gabriel de Oliveira Araújo, a 16 anos de cadeia em regime fechado pelo o assassinato de Alan Lopes Rodrigues da Silva ocorrido em fevereiro de 2016.

A defesa do ex-soldado da polícia militar do Piauí, Igor Gabriel que matou o filho do oficial de justiça do TJ/PI, por motivo fútil, alega vício na sentença condenatória. O advogado pede a relatora da ação de revisão criminal de número2018.0001.001938, desembargadora Eulália Pinheiro, um novo julgamento.
O promotor de justiça Régis Marinho disse que a ação criminosa havia ocorrido por motivo insignificante. “O acusado Igor Gabriel cometeu um crime de maneira bárbara, por motivo fútil, deixando a vítima sem a menor chance de defesa”, disse Marinho.
A ação de revisão criminal interposta pela defesa do condenado Igor Gabriel, está no ministério público e deverá voltar para ser julgada pela chamada câmara de gás do TJ/PI, que tem como membros, Joaquim Santana, Sebastião Martins e Eulália Pinheiro, (relatora).
VEJA A PEÇA QUE PEDE NULIDADE DA SENTENÇA CONDENATÓRIA
Foto: Reprodução



Fonte: REDAÇÃO

A megaoperação desta quarta-feira é considerada uma das maiores já realizadas no estado com foco específico no combate ao exercício ilegal da advocacia.

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Os documentos são resultado de um esforço conjunto, construído com celeridade e responsabilidade institucional, diante da ampla repercussão social provocada pelos carnês do imposto.