Raimundo Júnior participa de reunião no STF com todos os presidentes
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Depois do escândalo de nomeação de um traficante preso, o presidente da assembleia legislativa do Piauí, deputado Franzé Silva resolveu nomear um condenado pela justiça eleitoral por fraude par ocupar o cargo administrativo dos mais importante do parlamento estadual piauiense.

Embora tenha feito um pronunciamento alertando os deputados para buscar critérios na hora de nomear seus assessores, o presidente da assembleia legislativa decidiu nomear para o cargo de secretário geral da do poder legislativo estadual, o ex-vereador por Valença do Piauí, Leonardo Nogueira Pereira.
O nomeado por Franzé foi condenado pelo tribunal superior eleitoral por fraude na eleição de 2016, por ter lançado parente uma chapa fictícia de mulheres. Segundo a própria condenação, Nogueira teria colocado parente na chapa que não teve nenhum voto. Leonardo está com seus direitos políticos cassados até 2024.
O caso de Leonardo Nogueira é o da cassação de vários vereadores de município de Valença. O do citado é o mais grave, mesmo assim, está sendo prestigiado pela caneta do deputado Franzé que parece não ter critério nas nomeações, quando seus beneficiados tem problemas com a polícia e coma justiça.
A nomeação feita por Franzé é barrada pela Lei da Ficha Limpa. A lei é clara: Todo aquele condenado por um colegiado não pode assumir cargo público. A decisão do caso aqui é de condenação pleo pleno do TSE.
Nocaso em tela, a divergência inaugurada pelo ministro Edson Fachin na sessão do dia 21 de maio entendia que, entre outros pontos, a cassação do diploma deveria incidir somente sobre os candidatos que participaram da fraude ou dela se beneficiaram, ou seja, Leonardo Nogueira Pereira e Antônio Gomes da Rocha.
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O blogue tentou contato com os dois citados na matéria, não logrando êxito. Em respeito ao contraditório, o espaço está reservado para as manfiestações.

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