Governo do Piauí comemora os 203 anos da Batalha do Jenipapo
Um dos momentos mais aguardados é a peça teatral, que neste ano traz uma proposta inovadora para narrar o episódio histórico da batalha
Nos bastidores da disputa pelo Quinto Constitucional do Tribunal de Justiça do Piauí, começam a surgir relatos de que um grupo interessado no processo estaria disseminando fuxicos e até informações falsas com o objetivo de desestabilizar adversários e favorecer determinados nomes. A estratégia, segundo comentários que chegam ao blog, seria criar ruídos suficientes para enfraquecer um candidato e impulsionar outros dois.

A movimentação, atribuída a articuladores que defendem simultaneamente um “plano A” e um “plano B”, demonstra um aparente estado de desespero. A tentativa seria induzir ao erro um eleitorado que, na prática, conhece profundamente o cenário e possui condições de separar o joio do trigo.
As mensagens que chegam indicam preocupação com uma possível campanha desleal. Contudo, é importante destacar que o colégio eleitoral responsável por formar a lista tríplice é composto por magistrados experientes, preparados e bem-informados — fatores que reduzem a eficácia de qualquer tentativa de manipulação. Além disso, práticas que operam abaixo do nível mínimo de civilidade já não encontram espaço nos tempos atuais.
Espera-se que o bom senso e a verdade prevaleçam. O processo deve seguir o exemplo das última epatas realizadas pela OAB/PI, marcada pela disputa democrática e sem a necessidade de recorrer a expedientes de maldade. O blog reconhece a seriedade, a inteligência e a lisura do tribunal de justiça do Piauí, motivo pelo qual recomenda cautela a quem tentar desviar o curso natural do certame. A Corte é vigilante e não tolerará atalhos indignos.

Um dos momentos mais aguardados é a peça teatral, que neste ano traz uma proposta inovadora para narrar o episódio histórico da batalha

Representantes do governo federal e da advocacia debateram medidas de prevenção e repressão a fraudes que utilizam dados de processos judiciais.

A proposta busca sugerir ajustes na legislação para reduzir custos relacionados à distribuição de energia.