OAB/PI recebe pareceres sobre IPTU de Teresina e avalia medidas
Os documentos são resultado de um esforço conjunto, construído com celeridade e responsabilidade institucional, diante da ampla repercussão social provocada pelos carnês do imposto.
Ex-candidato ao Quinto Constitucional do TJ/PI reage à derrota e anuncia intenção de disputar a OAB/PI. Após o encerramento do processo do Quinto Constitucional do tribunal de justiça do Piauí, começam a surgir os reflexos da disputa. Um advogado, que pleiteava uma vaga de desembargador e não obteve êxito, passou a demonstrar insatisfação pública com o resultado, atribuindo a terceiros a responsabilidade por sua derrota. Agora, anuncia a intenção de disputar a presidência da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Piauí (OAB/PI).

É legítimo, e garantido por lei, que qualquer advogado pleiteie a presidência da OAB, a tradicional Casa de Evandro Lins e Silva. O que não se pode admitir, contudo, é a tentativa de transferir culpas a quem não teve responsabilidade no desfecho do processo.
O equívoco central parece residir na crença de que integrantes da Ordem teriam poder para definir ou influenciar, de forma decisiva, a escolha de desembargadores. O processo do Quinto Constitucional é composto por etapas bem delimitadas. Nas duas primeiras fases, conduzidas pela OAB, não há registros de irregularidades ou prejuízos a qualquer candidato.
Superada essa etapa, o procedimento segue para o tribunal de justiça, responsável pela formação da lista tríplice, fase que, segundo apuração, foi conduzida com equilíbrio e observância dos critérios legais. A partir desse momento, a OAB não interfere no processo, tampouco na etapa final, que cabe exclusivamente ao governador do Estado. E por que tamanha zanga?
Nos bastidores, apurou-se que o descontentamento do ex-candidato estaria relacionado à expectativa de que determinado nome fosse barrado no Conselho, o que não ocorreu. Justiça seja feita: o atual presidente da OAB/PI, advogado Raimundo Júnior, pode ser alvo de críticas administrativas ou políticas, mas não há histórico que o associe a perseguições pessoais.
O processo seguiu seu curso institucional. Transformar uma derrota em discurso de vingança não contribui para o fortalecimento da advocacia nem para o debate democrático dentro da Ordem. O blog que tem se notabilizado pelo acompanhamento de todos os Quintos, é testemunha ocular que o mais recente certame foi feito com a mais absoluta lisura.
Sobre a eleição para escolher o novo presidente da Ordem dos Advogados do Piauí, só ocorrerá em 2027, daqui a dois anos ainda. Pode ser que daqui até lá, o ódio de alguns, se transforme em amor. Agora o bom mesmo para curar uma ressaca após seguidas derrotas não é a vingança e sim uma profunda reflexão. Rezar também cai bem.

Os documentos são resultado de um esforço conjunto, construído com celeridade e responsabilidade institucional, diante da ampla repercussão social provocada pelos carnês do imposto.

De acordo com o delegado Leonardo Alexandre, titular da 4ª Delegacia Seccional, a operação representa mais uma etapa do trabalho de combate ao tráfico na região.

Por meio desse canal, os contribuintes poderão encaminhar cópias de carnês, demonstrativos de cálculo e outros documentos que permitam uma avaliação individualizada dos casos.