OAB-PI reage à criminalização da advocacia em ações bancárias
A Ordem dos Advogados do Piauí, OAB-PI reage à criminalização da advocacia em ações bancárias e cobra tratamento isonômico da litigância abusiva
Se cercando de todos os cuidados para não criar nódoa em sua marca, a Ordem dos Advogados do Piauí, já realizou na atual gestão três Quintos Constitucionais. Na parte que a compete a casa de Evandro Lins e Silva, tudo foi realizada na mais absoluta transparência. Não há nos anuais dos tribunais nenhuma queixa registrada.

O blogue que se especializou em acompanhar a movimentação do Quinto, faz esse registro para a posterioridade. A OAB/PI já pode ser considerada a maior referência entre todas as Seccionais que realizaram o certame.
A única reclamação foi a retirada do voto direto, fato ocorrido no último Quinto do TJ/PI. A Ordem busca justifica: Os gastos são grandes para os cofres da Entidade.
Cabe informar que na sessão que retirou o voto direto, o Conselho consultou todos os candidatos presentes e recebeu a unanimidade da medida. A eleição do Quinto do TJ/PI contou com quatorze candidatos, e nenhuma denúncia de poder econômico.
No Maranhão por exemplo, se buscou adotar um sistema falho virtual de voto direto. Na contramão da transparência, a Seccional virou alvo de investigação. Coisa que não ocorreu na Seccional Ordem do Piauí.
Espera-se portanto, que alguns que daqui do outro lado rio, que foram elogiar o frágil sistema virtual de votação da OAB/MA, passe a borracha em sua rede social para não ter que compartilhar vexame e a vergonha alheia.
Sobre essa modalidade do certame, a OAB promete rever já para o próximo Quinto. O bloguista conversou com uma cristalina das nascentes da atual gestão sobre o tema: “Estamos reavaliando retornar essa parte do certame. Mas não iremos arriscar através de um sistema que poderá gerar problemas. A urna eletrônica é o único caminho seguro”, ressaltou a fonte.
A atual gestão está corretíssima em não querer se arriscar levar o processo para um descalabro como está ocorrendo na Seccional do Maranhão. O sistema que alguns defendem que seja implantado no Piauí, é exatamente esse em que a OAB/MA implantou onde o advogado vota através do seu token. Esse é passivo de fraudes. Pelo menos, está sendo investigado.
A OAB do estado Maranhão adotou um sistema próprio de votação e está pagando caro. O último certame realizado pela Ordem maranhense, foi suspenso pela justiça federal e desencadeou uma investigação forte. Blogue foi informado que o Conselho Federal da OAB deverá fazer uma intervenção para fazer uma nova eleição do certame.
O blogue aproveita para parabenizar a atual gestão da OAB/PI pela desenvoltura e transparência com que realizou três Quintos Constitucionais sem deixar gerar nenhuma dúvida durante todo o processo.
O Presidente Celso Neto tem conduzido esses processos fundamentados na lisura e lei. O Pauta Judicial que acompanhou pari passo os três certames, é testemunha ocular do saber dessa condução.

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