OAB-PI reage à criminalização da advocacia em ações bancárias
A Ordem dos Advogados do Piauí, OAB-PI reage à criminalização da advocacia em ações bancárias e cobra tratamento isonômico da litigância abusiva
Uma gestão fadada ao fracasso e com possibilidades reais de levar a Ordem dos Advogados do Piauí a falência, a Entidade advocatícia está sendo aconselhada a entrar no programa desenrolar do governo federal para sanar dívida já em fase de execução pela União.
Se não fosse trágica a realidade das finanças da OAB/PI, seria muito cômico um vídeo que passou a circular nas redes sociais do Piauí, onde um homem aparece sugerindo ao presidente Celso Neto e ao tesoureiro da Ordem, Marcus Nogueira a levar a Entidade da advocacia piauiense ao programa “desenrolar” criado recentemente no governo Lula.
O programa foi criado para facilitar o parcelamento de dívidas com pessoas físicas e jurídicas.

Facilitando assim a retirada do nome dos órgãos de proteção ao crédito.
O vídeo que apesar de sátiro, trás a tona uma farra de pagamento de publicidade pago pela atual gestão chefiada pelos Xerifes da Ordem, Celso Neto e Marcus Nogueira. Mais de 800 mil reais. “Enquanto isso, não paga os impostos do governo federal”, denuncia o apresentador do vídeo.
O blogue foi informado que o vídeo gerou um aborrecimento canino a um leão de chácara da Ordem. “Tem ameaça de nota de repúdio”, diz a cristalina.
"Mas onde foi que o vídeo mentiu ou atacou a honra da OAB/PI?? Ora bolas!! Quer dizer que farra com a dinheiro da anuidade paga pela advocacia pode ser gasto ao bel prazer da gestão? E o advogado têm que ficar caladinho?? Rapaz quando mais a gente reza, mais a tentação aparece!! Rum, hum hum!!", desabafou um advogado ao bloguista.

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