OAB/PI defende reforma do Judiciário e formará comissão para propostas
A iniciativa dá continuidade à posição expressa na Carta da Advocacia Piauiense, construída pela Diretoria, pelo Conselho Seccional, pelo Colégio de Presidentes das Subseções.

A recente decisão do membro da Comissão Eleitoral, Sr. Ítalo Maia de Aguiar, em deferir uma liminar para retirar uma pesquisa do ar, levanta sérias questões sobre a imparcialidade e a ética dentro do processo eleitoral. Em um momento de "criatividade", o advogado interpretou que o prazo de 15 dias para divulgação antes das eleições se referia ao dia 29, e não ao dia 30/11. Quem diria que a matemática poderia ser tão flexível em tempos de eleições?

O que torna essa situação ainda mais preocupante é o histórico do Sr. Ítalo. Ele foi denunciado e condenado pelo Tribunal de Ética e Disciplina (TED) por fraude nas custas bancárias, em uma denúncia realizada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região. Curiosamente, apesar da condenação, o advogado foi “absolvido” no conselho, gerando questionamentos sobre a transparência e a seriedade dessas decisões.

Além disso, suas ações têm sido claramente tendenciosas contra a Chapa 10. Em um episódio recente, Ítalo foi contrário à Chapa 10 no caso do vídeo da atriz, e agora se destaca por sua disposição em retirar a pesquisa do ar. A evidência de sua amizade íntima com Celso Barros e Einstein, conforme registros fotográficos que circulam nas redes sociais, aumenta ainda mais as suspeitas sobre a parcialidade de suas decisões. É importante lembrar que Ítalo foi visto comemorando a vitória de Barros e Einstein em 2021.

A iniciativa dá continuidade à posição expressa na Carta da Advocacia Piauiense, construída pela Diretoria, pelo Conselho Seccional, pelo Colégio de Presidentes das Subseções.

A culminância do projeto está marcada para 2 de outubro e terá como resultado a produção de uma adaptação cinematográfica em formato de curta-metragem.

A Ordem dos Advogados do Piauí convoca sessão extraordinária e ouvirá os conselheiros e conselheiras seccionais, além das 20 subseções antes de levar posição ao STF