O governo do estado convidou o sindicato dialogar na secretaria de administração, mas o sindicato pediu que o governo apresentasse proposta nos autos do processo. Para o presidente da categoria José Roberto, o governo perdeu a oporuunidade no âmbito administrativo de dialogar com os agentes penitenciários do Piauí. "Nós acreditamos mesmo é na justiça, por isso, só conversamos dentro do autos processual", falou José Roberto.
O presidente do sindicando informou que a sinpoljuspi foi convidado pelo governo para uma reunião hoje pela manhã no gabinete do Secretário de Administração Franzé Silva. Ele informou O governo se dispôs a dialogar para que possamos chegar a um entendimento. Pontuamos que como a greve está jucializada as tratativas poderiam ocorrer por meio do Poder Judiciário.
O governo ficou de apresentar eventual proposta junto ao processo. " Caso isso aconteça nós vamso para o dialogo. Do Contrário, aguadaremos a decisão da justiça do Piauí, a qual nós confiamos", alfinetou o presidente
José Roberto disse ainda que após 16 dias de movimento grevista os presentes à Assembleia Geral, por unamidade, decidiram suspender a GREVE depois da abertura de um canal de negociação proposto pelo governo do estado em relação às pautas de eivindicações da categoria. A negociação só correu com intermediação firme do desembargador Edvaldo Moura do tribunal de justiça.
"A justiça através do relator do processo, desembargador Edvaldo Moura, usou toda a boa vontade para conciliar o problema. Mas o governo através de seus secretários presentes à audiência de conciliação não levaram se quer uma palavra de estimulo à categoria. Por essa razão, só dialogamos dentro do processo", ressaltou José Roerto presidente do sinpoljuspi.
Roberto aproveito para reforçar que caso o governo do estado não cumpra com o acordo firmado judicialmente os agentes penitenciários não exitarão em retomar o movimento grevista, da próxima vez mais forte e com novas estratégias de luta.
Para José a categoria mostrou ao governo e a toda sociedade que os agentes penitenciarios existem e merecem respeito. "Estaremos sempre abertos ao diálogo e pautaremos nossa luta respeitando os princípios constitucionais e a garantia dos direitos de toda a sociedade, mas vamos aguardar em estado de greve a decisão judicial", finalizou José Roberto.
FONTE: Redação